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| Foto: Ismael Soares/SVM e Thiago Gadelha/SVM |
O primeiro Clássico-Rei de 2026 já entrou para a história não apenas dentro de campo, mas também nos números fora dele. Ceará e Fortaleza se enfrentaram no último domingo (8), em uma partida que atraiu 34.758 torcedores à Arena Castelão, confirmando mais uma vez a força do maior duelo do futebol cearense.
Por força de um acordo previamente firmado entre os clubes, a renda líquida do confronto será dividida igualmente, independentemente do mando de campo. Segundo o boletim financeiro divulgado pela Federação Cearense de Futebol (FCF), a renda líquida total da partida foi de R$ 364.817,37, valor que garante R$ 182.408,69 para cada clube.
A movimentação financeira começou com uma renda bruta de R$ 836.468,00, mas os custos operacionais impactaram significativamente o valor final. Entre as principais despesas estão o aluguel do campo, que somou R$ 108.740,84, além de taxas e impostos, no valor de R$ 125.470,20. Também pesaram no orçamento os gastos com controle de acesso, segurança, limpeza, supervisão de jogo e fiscal de campo, que totalizaram R$ 117.092,37.
Mesmo com o mando de campo pertencendo ao Ceará, que contou com maior percentual de espaços destinados à sua torcida, o entendimento entre os clubes garantiu a divisão igualitária da renda. O mesmo modelo está previsto para ser mantido nos próximos confrontos entre Ceará e Fortaleza, reforçando a parceria institucional em prol da organização e valorização do espetáculo.
*Com informações do Diário do Nordeste

